31-1-2015 - Comemorações da ANS honram os seus heróis do 31 de Janeiro de 1891

31-1-2015 - Comemorações da ANS honram os seus heróis do 31 de Janeiro de 1891

Por Manuel Custódio

Realizou-se em Lisboa, com a Casa do Alentejo cheia, as comemorações da ANS que honram os seus heróis do 31 de Janeiro de 1891, tendo este ano também a ANS, além de homenagear os seus heróis, a eleição dos seus novos Órgãos Sociais, para o biénio 2015/2016.

A ANS, além jornada de luta e de convívio de Lisboa, esta a promover em mais duas dezenas de cidades do país, incluindo os Açores e Madeira, iniciativas comemorativas do 31 de Janeiro.

O novo presidente da direção, camarada José Gonçalves, ali afirmou com toda a convicção, que esta nova equipa, irá prosseguir o rumo das equipas anteriores, ou seja, a ANS e os sargentos continuarão a lutar pela defesa dos direitos dos seus associados.

Pela resistência à destruição do seu estatuto, o EMFAR, pela defesa da ADMA, pela defesa da saúde, pela defesa dos seus vencimentos, pelo funcionamento das suas associações., etc.

Hoje, cada vez mais militares vão compreendendo como este e os anteriores governos, têm vindo a destruir as Forças Armadas que a constituição consagra, dizendo defendê-las. Menores, mas melhores Forças Armadas é o lema difundido na comunicação social, mas na realidade foram fechando os Hospitais, afirmando que é para melhorar o nosso sistema de saúde, unificaram os sistemas de protecção social, criando a ADM, dizendo que é para reduzir os custos e assim poder melhorar a assistência, entretanto, aumentam os descontos e reduzem as comparticipações, retiram os cartões às nossas esposas, fazem cortes cegos sem nenhuma coerência.

O Sargento Mário Ramos, em quadros e fotos fez um retrato da situação de algumas áreas e dos responsáveis por esta situação. O EMFAR, à revelia das Associações e nos segredos dos deuses é mutilado, por sua vez o Sargento  José Pereira, fez uma excelente caricatura do seu estado, dizendo que o EMFAR, está tão doente que se já encontra nos cuidados intensivos.

No fim concluiu-se que para fazer frente a esta ofensiva contra os nossos direitos, é necessário estarmos juntos e unidos, para assim prevalecer os nosso direitos e não deixar destruir a condição Militar.

No fim, com entusiasmo e determinação entoou-se o Hino da ANS e cantou-se o Hino Nacional, seguindo de almoço e de convívio.